13/8/08
HOMENAGEM AO ARTISTA

Quase sempre de nobreza escassa, por carregar na alma, o desejo do elucidado, sempre na tentativa de propiciar conforto e alegria aos olhos e aos corações.
Com mãos leves e alma aberta, vasculha o infinito sempre em busca do desconhecido, que tem a certeza que existe.
Irrita-se, desconcerta-se, ofende-se e se castiga, quando nada encontra; não desiste, sua tolerância é infinita para aguardar a inspiração. Desconhecido em seu interior, muitas vezes não compreendido, aceita críticas com responsabilidade não permitindo que distorça o objetivo, sem se perder na emoção, embora sofra quando falta o reconhecimento, não se rende àqueles que não compreendem sua arte.
Peito aberto, dificuldades mil, caminha por trilhas estreitas e solo árduo, sempre observando a beleza que está nas laterais, para traduzi-la em arte e poema.
Milve
criado por Milve
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