A vida tem suas loucuras difíceis de entender, mistura de orgia sexual, amor sem prazer, prazer sem amor. Quando achamos que entendemos, não conseguimos resolver, somos capazes de se unir sem compromisso com a alma, simplesmente para sentir o prazer dos corpos, orgasmo.
No encontro desta emoção, nos enganamos, passamos a amar o sexo do parceiro achando que amamos o sentimento, mas que importa, se naqueles momentos achamos que estamos felizes!
Podemos viver olhando os corpos opostos, sempre os despindo, basta se sentir bem com a amizade, sentir pequeno desejo, e já quer possuir o corpo, ¨transar, mantendo ativo o gozo, não orgasmo¨, o sexo passa a fazer parte de nossa potência sexual, estamos alimentando constantemente nossa energia, nos sentindo o máximo. É fácil de entender quando nossos prazeres estão ligados somente ao corpo, não existe desgaste emocional, não alimentamos nossa alma, sempre estamos necessitados de manter acesa a chama que gostaríamos que existisse, o “AMOR”
É muito confortável, porém vivemos soménte com a sensação de amar, sequer percebemos que quando amamos a alma, nos alimentamos com o fruto da emoção que o outro nos propicia, nos preenchendo com sua oferta de dedicação; o ato sexual é simples, desnecessário para o sentimento, é somente instrumento para satisfazer o prazer da matéria humana, podemos fazer pacto de amor, pacto sexual, pacto intelectual, difícil é o pacto da verdade, confundimos nossa cabeça, encontramos o sexo mas não conseguimos manter vivo o amor; até podemos viver em função D; quando encontramos o amor perdemos o controle do sexo, nos decepcionamos porque não entendemos que perdemos parte do nosso lado animal, não queremos abrir mão.
A medida que as pessoas vão se decepcionando com as divergências, sexo sem amor, amor sem sexo, passam a crer que o amor perfeito não existe, na verdade o par de amor perfeito é o resultado de paixão pela alma somado a prazer sexual sem limite com cumplicidade mútua. O amor perfeito é possível, até não incomum, porém normalmente sentido apenas por um dos parceiros, sendo muito raro este sentimento em cumplicidade total.
Duas pessoas concluindo que se aceitam e se admiram, que conseguem serem felizes nos momentos em que estão juntas, podem se amar, podendo seguir os seguintes critérios
No amor, deve existir troca em caráter de igualdade, quanto aos sentimentos:
Amor = amor
Respeito = respeito
Carinho = carinho
Abdicação = abdicação
Visão espiritual = visão espiritual
Padrão cultural = padrão cultural
Admiração = admiração
Cumplicidade = cumplicidade
Objetivo = objetivo
Tesão = tesão
Não deve existir competição ou sentimento de inferioridade.
Deve existir igualdade de capacidade, independente de cultura.
Cultura - Se existe capacidade mental paralela, com valores similares de bom-senso, é vencido a diferença de cultura, desde que haja igualdade de admiração dos intelectos sem o mínimo rastro da existência de competitividade, humilhação ou preconceito
Milve (sem data)